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A janela

  • Foto do escritor: Sophia Eugênia Vieira
    Sophia Eugênia Vieira
  • 7 de out. de 2022
  • 1 min de leitura

Chegamos em Brasília doídos por deixar o Chile. Depois de uns perrengues entramos no apartamento novo aliviados por finalmente poder iniciar o processo de acomodação. Era bagunça pra todo lado, caixas e mais caixas… e uma janela! Pela janela assistimos o florescer dos ipês rosa e amarelos, uma seca terrível que durou 3 meses e agora uma temporada de chuva. E os pores do sol mais espetaculares. Minha janela é moldura viva, me traz o mundo e o sonho, meu convite diário a viver. Me traz também esse por do sol que é a própria acomodação em si do dia que passou e se recolhe baixando lento. Por do sol é marco, por isso se faz notar. É a delimitação que faz borda e contém. As despedidas são assim, doem porque condensam.


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